O que fazemos
Como o Instituto Clima e Sociedade opera
Linhas de Atuação
Orquestração do Ecossistema e Articulação Multissetorial
Articulação e organização de setores e redes, construindo coalizões e consensos entre sociedade civil, governos, setor privado, ciência e financiadores para destravar a agenda climática.
Entregas
- Conexão estruturada de atores de diferentes segmentos.
- Coordenação estratégica de redes, coalizões e fóruns multissetoriais, alinhando metas e prazos comuns.
- Identificação de lacunas e criação de arranjos colaborativos no ecossistema climático.
Mobilização e Gestão Estratégica de Recursos
Atração e direcionamento de recursos nacionais e internacionais de forma estratégica, gerindo um portfólio orientado às prioridades climáticas do Brasil e garantindo capilaridade e escala aos investimentos por meio do apoio a organizações com atuação territorial.
Entregas
- Canalização qualificada de recursos para uma rede ampla e diversa de organizações brasileiras.
- Gestão de portfólio estratégico alinhado às metas de adaptação do país.
- Fortalecimento institucional e renovação de lideranças do ecossistema climático brasileiro.
Fomento de inovação na interface Ciência–Política–Mercado
Mobilização e articulação de conhecimento estratégico, traduzindo evidências técnicas e científicas em insumos aplicáveis a decisões públicas, agendas econômicas e regulatórias relacionadas ao clima.
Entregas
- Mobilização de conhecimento técnico aplicável e articulação de redes de especialistas para subsidiar políticas públicas, finanças e comércio.
- Qualificação do debate público com informações estratégicas e tendências relevantes.
- Tradução de linguagens e narrativas entre ciência, política, mercado e territórios com redução de assimetrias e desbloqueio de agendas.
- Financiamento de pesquisa e inovação na agenda climática, inclusive por meio de ICTs
Suporte à Formulação e Implementação de Políticas Públicas e Regulações
Apoio técnico à formulação e implementação de políticas públicas e marcos regulatórios climáticos resilientes a ciclos políticos.
Entregas
- Destravamento de agendas complexas por meio da facilitação de diálogos e interações entre diferentes setores, esferas e níveis de
governo. - Suporte técnico e metodológico para modelagem de políticas de Estado e preenchimento de lacunas regulatórias.
- Suporte a implementações para transformar compromissos públicos em operações tangíveis.
Estruturação de mecanismos de financiamento climático
Apoio na criação de mecanismos e instrumentos financeiros que direcionam o fluxo de capital público e privado para a economia de baixo carbono.
Entregas
- Estruturação de teses de investimento, veículos e instrumentos financeiros para a descarbonização.
- Definição de parâmetros e critérios de alocação para mobilização de capital climático nacional e internacional.
- Abertura de fluxos de financiamento e operacionalização de instrumentos econômicos para projetos ganharem escala.
Promoção da Liderança Brasileira na Geopolítica Climática
Fortalece a diplomacia climática, posicionando o Brasil como protagonista em fóruns multilaterais e agendas globais.
Entregas
- Suporte estratégico e técnico em fóruns de alto nível, tais como G20, BRICS+ e COPs.
- Catalização de temas emergentes e oportunidades estratégicas na fronteira da agenda climática global.
- Conexão e cooperação estruturada entre países do Sul Global na agenda climática.
Estratégia e Objetivos
Desenvolvida por especialistas e validada por diversos níveis de uma robusta governança, a Estratégia Programática 2026–2030 orienta o trabalho através de cinco Eixos complementares, e se desdobra no apoio a projetos de múltiplos atores como os setores privado e financeiro, governos e sociedade civil. A Estratégia tem como foco ações para acelerar a transição justa e sustentável do Brasil, apoiando políticas, inovação e engajamento social em torno da agenda climática.
Aos Eixos setoriais “Transição energética, industrial e de transportes” e “Uso da Terra”, se complementam ações fundamentais dos eixos “Política climática e arcabouço institucional” e “Engajamento, agentes de mudança e governança climática”, além de ações de Oportunidade que cenários conjunturais apresentam.
Adicionalmente, guiado por um Plano de Trabalho específico, o iCS atua na ampliação de ações sobre adaptação e resiliência, diante do impacto acelerado das mudanças climáticas e da necessidade de evitar impactos maiores no futuro.
Uso da terra
Apoia a transição do setor de uso da terra e do sistema agroalimentar rumo a modelos produtivos resilientes de baixo carbono.
Frentes de Atuação
- Bioeconomia e Restauração Florestal
- Agricultura e Sistemas Alimentares
- Emissões do Uso da Terra
Transição energética, industrial e de transportes
Promover a descarbonização da matriz e dos sistemas energéticos, industriais e de transporte de forma justa, com segurança e acessibilidade.
Frentes de Atuação
- Renováveis
- Combustíveis Fósseis
- Transição Industrial Justa / Nordeste
Política climática e arcabouço institucional
Promover ambientes institucionais, regulatórios e econômicos robustos para a implementação de políticas climáticas baseadas em evidências, com participação de atores-chave.
Frentes de Atuação
- Política Nacional
- Política Subnacional
- Política Internacional
- Economia e Clima
- Legislação e Regulação
Engajamento, agentes de mudança e governança climática
Promover narrativas e iniciativas para impulsionar ações climáticas com redução de desigualdades e fortalecimento de territórios e comunidades.
Frentes de Atuação
- Fortalecimento de Agentes de Mudança
- Governança Climática
- Comunicação e Mobilização
Oportunidades
Identificar e desenvolver iniciativas de exploração e inovação, portanto, de caráter temporário, complementares aos demais eixos que ampliam a capacidade do iCS de cumprir sua missão.