Plataforma de Doações
O iCS apoia exclusivamente projetos e iniciativas alinhados à sua missão institucional e aos objetivos definidos por sua Estratégia Programática. Os recursos concedidos são destinados às finalidades específicas e estão sujeitos a mecanismos de acompanhamento e prestação de contas.
As organizações apoiadas são entidades independentes e, dessa forma, opiniões, manifestações, campanhas, estudos, ações ou atividades realizadas por elas não representam, por si só, endosso, aprovação ou posicionamento institucional do iCS.
O apoio do iCS a um projeto específico não deve ser interpretado como apoio irrestrito à organização beneficiária, nem como concordância com todas as suas atividades, posicionamentos ou manifestações públicas.
Percentual de Doações por Eixo
Percentual em Valor de Doações por Eixo
Percentual de Donatários por Região
Doações
Aqui, você conhecerá as doações realizadas pelo iCS desde o início de sua história, assim como poderá entender um pouco mais sobre cada projeto apoiado.
Estruturar um programa de bolsas voltado à formação acadêmica de jovens pesquisadores(as) quilombolas amazônidas em diferentes níveis (Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado). Pretende constituir uma rede de pesquisadores(as) quilombolas da Amazônia Legal e financiar pesquisas em temas como justiça climática, bioeconomia, proteção territorial e regularização fundiária.
Apoiar a descarbonização da indústria brasileira por meio de consultorias práticas a indústrias que identifiquem emissões de gases de efeito estufa em processos e produtos e indiquem planos de redução. O projeto capacita empresas e trabalhadores, fortalece a competitividade industrial e impulsiona soluções de baixo carbono no Brasil especialmente nos setores de cimento, aço e alumínio.
Viabilizar a operacionalização da Secretaria Executiva da Rede de Pesquisa para uma Economia Sustentável da Amazônia (RESA) no ciclo 2026–2028, enraizando a gestão na Amazônia, priorizando: a) consolidação da identidade e missão; b) incidência qualificada junto a tomadores de decisão e c) captação de recursos. Adicionalmente, acompanhar o doutorado da antropóloga indígena Braulina Baniwa.
Estruturar um programa de bolsas voltado à formação acadêmica de jovens pesquisadores/as amazônidas oriundos de Povos e Comunidades Tradicionais, em diferentes níveis (Iniciação Científica, Mestrado, PhD e Pós-Doutorado). Envolverá a concessão de bolsas, mentoria, articulação junto a Rede de Pesquisa em Economia Sustentável da Amazônia (RESA) e produção de relatórios técnicos.
Elaborar estudo comparativo sobre fertilizantes convencionais, nitrogenados verdes e bioinsumos no Brasil, analisando custos, emissões, riscos e desempenho agronômico, com base em dados históricos e cenários futuros. Construir um Mapa do Caminho até 2030 para orientar políticas públicas, investimentos e adoção no campo, fortalecendo a indústria nacional e reduzindo a dependência de importações.
Promover pesquisas conduzidas por pesquisadores(as) indígenas da Amazônia Legal, voltadas à sociobiodiversidade, às ciências indígenas e às estratégias territoriais de sustentabilidade, por meio de um Programa de Bolsas de Pesquisa implementado em parceria com o Centro Amazônico de Formação Indígena da COIAB (CAFI).
Fortalecer a governança multinível no Brasil por meio do engajamento qualificado de governos subnacionais e parlamentares na implementação da agenda climática, da transição justa e do desenvolvimento sustentável, apoiando a cooperação regional amazônica por meio do fortalecimento da diplomacia parlamentar e da atuação do Parlamento Amazônico (Parlamaz), acelerando a ação climática.
Criar um laboratório de inteligência narrativa para analisar, testar e difundir estratégias de comunicação climática baseadas em evidências, focando no combate à desinformação impulsionada por IA e no engajamento de públicos resistentes. O projeto integra produção de conhecimento, mobilização estratégica e comunicação em larga escala para ampliar alcance e impacto.
Fortalecer a presença de empresas brasileiras da bioeconomia amazônica no mercado internacional, facilitando a exportação de produtos e serviços. Estão previstas ações de (1) inteligência de mercado estruturantes, (2) capacitação e preparação para exportação, (3) promoção comercial e geração de negócios e (4) promoção de imagem e posicionamento internacional.
Fortalecer a governança, a capacidade de articulação e a produção de conhecimento em três iniciativas complementares lideradas pela organização junto a parceiros: o Observatório de Pagamentos por Serviços Ambientais (OPSA), a Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia e o Grupo de Trabalho de Sociobioeconomia do Bioeconomy Challenge.
Enfrentar o desmatamento, por meio da criação de um mosaico de terras indígenas, o Mosaico do Mirador, no entorno do Parque Estadual do Mirador, no Maranhão. O projeto irá realizar diagnóstico sobre a realidade socioambiental e cultural das populações, fortalecer a compreensão e difusão da proposta de criação e incidir junto com órgãos ambientais e indigenistas para o seu reconhecimento formal.
Escalar a iniciativa da LABSolar+ em parceria com BB, Hub de Sociobioeconomia e Rede Clima, consolidando um modelo replicável que integra energia renovável e agricultura familiar. O projeto fortalece comunidades energéticas com monitoramento de sistemas solares em municípios da BA, promovendo seguranças energética, hídrica e alimentar, capacitação e evidências para escalar políticas públicas.
O projeto irá apoiar os povos indígenas de Roraima e suas lideranças para responderem às mudanças climáticas, por meio da construção de ferramentas de percepção, estudos casos e planos de enfrentamento a mudança do clima, e ampliar a participação de lideranças em espaços de incidência política em nível regional, nacional e internacional, nos espaços de incidência e governança climática em 2026.
Promove a inclusão produtiva de jovens de Sergipe por meio da qualificação para empregos verdes. A iniciativa combina formação voltadas às energias renováveis, articulação entre governo, academia e setor produtivo e ações conectadas às demandas do mercado. Com foco em energia solar, eólica, biomassa e hidrogênio verde, busca ampliar a empregabilidade e apoiar o desenvolvimento territorial.
Se as decisões sobre adaptação de Belém não forem rapidamente interpretadas e testadas por coalizões do Sul Global, o momentum tende a se perder. Este projeto articula a América Latina e cria pontes com outros países em desenvolvimento para gerar leituras comuns e pressão pública até a COP31.
O projeto avalia, com abordagem quase-experimental, os impactos do microcrédito rural sobre agricultores familiares na Amazônia Legal. Explora o Programa AgroAmigo e sua ausência em áreas semelhantes, estimando efeitos em condições reais. Combina inferência causal e metodologias participativas, gerando evidências e recomendações para o aprimoramento de políticas públicas de crédito rural.
Promover a integração entre clima, geopolítica e desenvolvimento para fortalecer o papel do Brasil na agenda internacional. O projeto produzirá análises estratégicas, facilitará diálogos de alto nível e mobilizará atores públicos e privados, com o objetivo de orientar políticas, atrair investimentos e ampliar a influência do país na transição para uma economia de baixo carbono.
O projeto visa identificar gargalos de infraestrutura e identificar oportunidades de atração de investimentos e inserção do Brasil, e especialmente da região Nordeste, em cadeias globais da transição energética, a partir do estudo das cadeias produtivas estratégicas ao powershoring, e das tendências de comércio internacional.
O projeto pretende ampliar as capacidades de liderança de mulheres estudantes e recém-formadas que pretendem ou atuam no setor de energia, fortalecer sua inserção em redes e oportunidades profissionais e consolidar uma experiência replicável em universidades públicas do Nordeste.